
Reflexão
Começámos por analisar o que é a inteligência emocional, em brainstorming entendemos que esta ajuda na capacidade de adaptação, desenvolvimento pessoal, empatia, saber estar/ser/reagir, autoestima, autocontrolo, lidar com as emoções, entre muito mais.
Quando nascemos, trazemos connosco um repertório inato que nos permite reagir às diversas situações com as quais nos vamos deparando. Contudo, o modo como experienciamos, encaramos e respondemos a tais situações é também influenciado por fatores, como contexto envolvente e personalidade.
Com a realização de atividades sobre Emoções Primárias (emoções inatas que nascem com a pessoa), praticámos o autoconhecimento, e com isso mostro as minhas conclusões relativas ao autoconhecimento, raiva, medo e alegria.
É importante para as pessoas terem consciência de si mesmas, ajuda a perceber o que temos a melhorar (apesar de haver pessoas que não o irão admitir e mesmo com provas não irão concordar que “são assim”).
Eu vivencio os meus valores escolhidos (autoestima, compreensão, honestidade, respeito e eficiência) diariamente, diria, até a autoestima, que eu gostava de aumentar. Manter uma mente aberta e positiva é sem dúvida uma forma eficaz de manter esses valores em circulação.
Perdoar não é esquecer.
Há que aprender a pôr de lado certas coisas para não piorar situações, mas não esquecer que há coisas que não mudam de um dia para o outro.
A raiva dá uma carga mental grande, pessoalmente, prefiro contornar a situação para não descambar e manter-me positiva. Não é por isso que devemos deixar que nos pisem, mas gritar com alguém não é a única forma de nos defendermos.
Basta respirar fundo e fazer o que pode ser feito, não dá para voltar atrás, é só ter mais cuidado numa próxima com as escolhas ou ações, o que se suja limpa-se!
Em questões de medo, é mais fácil de falar que fazer, podemos reconhecê-los e aceitá-los mas não significa que seja fácil ultrapassá-los, podemos até já o ter revivido inúmeras vezes, mas ele pode continuar presente.
De momento a minha alegria pode não ser alcançável por causa do medo, e até o superar a felicidade vai ficando para trás. Isso não significa que eu não deixe de ser uma pessoa positiva ou que se irrite com facilidade, não é por não sentir uma emoção importante positiva que as negativas tenham de ganhar controlo sobre mim.
Provavelmente o que preciso é de ir ver o mar, ou pisar relva descalça como quando vivia na outra casa, apanhar mais sol, deixar que o corpo descarregue as coisas más e carregue coisas boas.
