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7229_Gestão de Stress do Profissional

Reflexão

Pessoalmente, penso que o stress está presente na vida de todos, podendo ele ser de pequenas ou grandes quantidades, de num curto ou num longo período de tempo.

É uma resposta do corpo e da mente a situações que exigem esforço, adaptação ou superação.

No filme assistido em aula pudemos ver isso mesmo.

Num ambiente de caos (guerra), num hospital com falta de condições, onde um médico cirurgião (Ivandro) é chefe de uma equipa de cuidados críticos, estes muitas vezes têm de tomar medidas “criativas”.

Como stressores externos, da personagem principal, temos o excesso de trabalho e a guerra.

Internos a falta de sono e o cansaço, que causam desorientação, má nutrição, devido à carga de trabalho não é possível tomar refeições equilibradas. Para combater o stress, Ivandro tira comprimidos às escondidas do hospital para acalmar as dores.

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Ivandro tem muita pressão sobre si, principalmente pelas suas escolhas, que causam alguns fatores de risco como a ansiedade e conflitos relacionais.

Dentro destas escolhas, a personagem tem de escolher salvar entre um bandido e um polícia, eventualmente também o filho (criança) de um jornalista importante, todos estes alvejados em sítios diferentes, com diferentes riscos de vida.

Existem conflitos por quem é “mais importante” e/ou o que “é certo”.

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Durante o filme ocorrem outros momentos que provocam mais tensão à personagem, como a quebra de luz durante operações, o polícia morre por causa de um procedimento arriscado ao qual o hospital não estava preparado para, os bandidos que invadem o hospital e acabam por matar o homem que ele e a equipa tinham salvo, equipamentos que não trabalham bem, o diretor do hospital e antigo professor de Ivandro, pelo qual este tem especial carinho, tem um colapso o que faz com que este tenha de ser operado no momento, discussão entre colegas sobre o que “é melhor”.

A todas estas situações acresce o stress da personagem e durante a operação este quase perde os sentidos se não fosse pela sua equipa.

Eu notei que o personagem deixa as operações ou falar com pacientes para outras pessoas na sua equipa, pensei que talvez pelos comprimidos estivesse instável, então para ele não fazer asneira, deixava para os outros. Na operação do diretor podemos ver que as suas mãos não tremem, o que penso que pudesse significar ou que os comprimidos já não estavam a fazer efeito ou que ele estivesse mentalmente calmo e preparado para salvar alguém que lhe era importante, pois não queria voltar a cometer erros.

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O stress pode fazer coisas más, mas quando o seu colega estava em perigo, este deu-lhe adrenalina para impedir que os bandidos alvejassem também o cirurgião.

No final, quando o diretor acorda, os cirurgiões saem, mas o trabalho não acaba e o médico volta a entrar, mais uma vez sem dormir ou comer.

Ivandro a meio do filme disse uma frase que eu achei bastante interessante e que concordo, é possível que houvesse melhores escolhas a serem tomadas ou que se desse para mudar a situação, podia não haver equipa, podiam ter mais médicos ou instalações melhores, podiam não estar em guerra, no final, “Fazemos o que podemos”!

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Trabalho de Grupo

Nesta apresentação é possível aprender sobre o que é o stress, como geri-lo, estímulos, fatores, sinais e sintomas, entre outros.

Realizado por:

Helena Henriques

Diogo Rei

Helena Henriques | PRA TCSD88 | 2025/2026

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